Soaroir
30/12/13
Tempo de Cais
Conforme o tempo avança
lembro-me cada vez mais
do tempo quando eu criança
corria ao sol no cais.
Vau que inda hoje aliança
amigos, parentes e pais
outros de minha privança
liames de mesmos ais.
Soaroir Maria de Campos
10/12/06
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Ser Poeta é...
(reedição)
Ser poeta é o bicho...
© Soaroir 28/10/07 13:54

imagem: Net
i
Poeta é um ser contente
Ainda que viciado na dor
Passa a vida sofrendo
Dizendo ser por amor
ii
Ser poeta é não ter medo
Se arriscar a ser ridículo
Fazer uns versos tolos
Pensando serem versículos
iii
Poeta é ser visionário
Com a cabeça sempre no ar
Mantendo os pés no chão
E amor em todo o lugar
iv
Ser poeta é um castigo
Quase uma maldição
Precisar ter uma musa
Pra servir de inspiração
v
Ser poeta é ser egoísta
Só falar de si e da musa
Dizer tudo que bem pensa
Sem ter que pedir escusas
vi
Ser poeta é ser divino
Também é ser um capeta
Sutilmente com argúcia
Põe a boca na trombeta
vii
Poeta é ser pretensioso
Diz-se artista e profundo
Jura que sua poesia
Um dia ainda alcança o mundo
viii
Ser poeta é viver pobre
Só rico de imaginação
Em terra em que o “larjant” manda
Não se conta inspiração
xi
Ser poeta é ser tudo isso
Bem mais e muito mais
Que juntar sentimentos
Consoantes e vogais.
imagem: Net
i
Poeta é um ser contente
Ainda que viciado na dor
Passa a vida sofrendo
Dizendo ser por amor
ii
Ser poeta é não ter medo
Se arriscar a ser ridículo
Fazer uns versos tolos
Pensando serem versículos
iii
Poeta é ser visionário
Com a cabeça sempre no ar
Mantendo os pés no chão
E amor em todo o lugar
iv
Ser poeta é um castigo
Quase uma maldição
Precisar ter uma musa
Pra servir de inspiração
v
Ser poeta é ser egoísta
Só falar de si e da musa
Dizer tudo que bem pensa
Sem ter que pedir escusas
vi
Ser poeta é ser divino
Também é ser um capeta
Sutilmente com argúcia
Põe a boca na trombeta
vii
Poeta é ser pretensioso
Diz-se artista e profundo
Jura que sua poesia
Um dia ainda alcança o mundo
viii
Ser poeta é viver pobre
Só rico de imaginação
Em terra em que o “larjant” manda
Não se conta inspiração
xi
Ser poeta é ser tudo isso
Bem mais e muito mais
Que juntar sentimentos
Consoantes e vogais.
Aos Poetas
Poeta de Minuto
By Soaroir 18/10/12

imagem/prosimetron/google
By Soaroir 18/10/12

imagem/prosimetron/google
Para não dizer que sou bruto
Pra tal data, de antemão,
Pago já o meu tributo
E com rogo de perdão
Nesses versos assim solutos
Segue minha exaltação
Aos bardos absolutos
Evoés! Celebração...
Soaroir
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Nova Pele em Mim
(Perdidos na Net)
Tatuagem
Soaroir 1/6/10
no que o tempo roça o corpo
mente e espírito se aquiescem
e o troféu arrebatado
é d’alma que não envelhece
do imberbe profundo transe
sai a angústia dissolvida
sem notar, com nova pele
o herói prossegue a vida
da esquivança e da lamúria
expulsa o tempo que não ria
confiante então repousa
no velo da sabedoria...
Nova pele em mim
no que o tempo roça o corpo
mente e espírito se aquiescem
e o troféu arrebatado
é d’alma que não envelhece
do imberbe profundo transe
sai a angústia dissolvida
sem notar, com nova pele
o herói prossegue a vida
da esquivança e da lamúria
expulsa o tempo que não ria
confiante então repousa
no velo da sabedoria...
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Não Aprendi a Dizer Adeus
Soaroir
24/4/07
(Perdidos na Net)
Eterna Despedida
Livremente
Soaroir de Campos
barcos vagando na corrente,
deste destino indiferente!
destino, faze que se encontrem
os nossos barcos,
novamente!
e a te esperar.
e a me esperares.
assim ficamos, pelos tempos!
24/4/07
(Perdidos na Net)
Eterna Despedida
Livremente
Soaroir de Campos
barcos vagando na corrente,
deste destino indiferente!
destino, faze que se encontrem
os nossos barcos,
novamente!
e a te esperar.
e a me esperares.
assim ficamos, pelos tempos!
domingo, 8 de dezembro de 2013
Depois da Tempestade
(perdidos na Net)
vêm desesperança
corações destelhados
almas alagadas
embebidas rachaduras
na couraça concreta
abstrata infiltração
ventos da insegurança
depois da tempestade...
sonhos escoados vagueiam
a deriva o pobre lar
em mar de lama.
sobejos e desânimo
desbriam recomeçar
um outro temporal.
"Depois
da Tempestade"
Por Soaroir 08/07/07 - 11:42
Por Soaroir 08/07/07 - 11:42
vêm desesperança
corações destelhados
almas alagadas
embebidas rachaduras
na couraça concreta
abstrata infiltração
ventos da insegurança
depois da tempestade...
sonhos escoados vagueiam
a deriva o pobre lar
em mar de lama.
sobejos e desânimo
desbriam recomeçar
um outro temporal.
p/poesia on-line do RL
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